Vereadora Kelen Adriana - PTB insiste em descumprir recomendações do Poder Judiciário e Ministério Público indicando ex-chefe de gabinete para Secretaria de Habitação

05.10.2017

 

Como a população de Parauapebas e os representantes das instituições públicas já sabem, na seção de diplomação dos atuais vereadores, prefeito e vice no fórum eleitoral, no ano de 2016, o Ministério Público e o Poder Judiciário deixaram uma recomendação primária a todos os novos eleitos, que os vereadores não poderiam indicar ou tentar interferir nas indicações do poder executivo.

 

No último dia 30 de setembro terminou o prazo para legislativo e executivo demitirem todos que tivessem qualquer grau de parentesco, ou que caracterizasse influência exacerbada a administração.

 

No entanto a vereadora Kelen Adriana – PTB, não parece ter lido ou acompanhado bem as últimas recomendações das instituições, como ministério público e judiciário, uma vez que a mesma demitiu o um assessor que exercia o cargo de chefe de gabinete do mandato da vereadora, como é possível ver no decreto de exoneração do senhor Cristhian Martins Miranda, publicado no mural da câmara municipal em 05 de setembro de 2017.

 

Ocorre que no dia 24 de setembro de 2017 o ex-chefe de gabinete da vereadora é nomeado como secretário municipal de habitação, o que caracteriza que a vereadora indicou o referido ao cargo, inclusive porque a mesma já fez várias falas no plenário da câmara enfatizando que essa secretaria é dela e que o PTB tem de ter o comando do que é seu politicamente.

 

  

Sabemos que as nomeações dos cargos de confiança são de reponsabilidade e compete exclusivamente ao prefeito municipal, mas nesse caso é notório que a vereadora exerceu influência política para tal.

 

A pergunta que deve ser feita novamente proferida pelo Ministério Público na diplomação é, será que uma vez que a vereadora indicou o secretário de habitação, que inclusive por coincidência é pastor na mesma igreja da qual a mesma também exerce funções de pastora. Implicará na sua atuação como representante eleita pelo povo para legislar e fiscalizar as ações do poder executivo?

 

Será que os cumprimentos de suas prerrogativas constitucionais não se limitaram com tal indicação?

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