Procuradores de Parauapebas poderão ter remuneração equivalente aos de Ministros do STF.

12.09.2017

 

 

 

 

 

Proposta de emenda à lei orgânica n° 02/2017, de autoria dos vereadores Ivanaldo Braz, José Pavão, José Marcelo, Joelma de Moura e Maridé Gomes, traz no seu artigo 5º o acréscimo do parágrafo 6º do artigo 161 da lei orgânica municipal, que dispõe sobre a remuneração de procuradores do município, que hoje tem salários com o teto equivalente ao do prefeito municipal.

 

 

Com a aprovação dessa emenda à lei orgânica, os procuradores passariam a ter remuneração equivalente ao que recebe hoje, um ministro do Supremo Tribunal Federal, estamos falando de um salário que passaria dos R$ 30.000,00 mensais.

 

Nada contra a remuneração dos procuradores de Parauapebas, até porque os mesmos cumprem uma função essencial para com os interesses do município, a dúvida que fica é: Realmente Parauapebas conseguirá pagar salários tão altos aos seus procuradores?

 

Os servidores públicos de outros setores essenciais como Saúde e Educação aceitariam tamanha desproporcionalidade?

 

Como a população de Parauapebas reagiria diante de uma remuneração que equivale ao que é pago hoje apenas ao mais alto clero do poder judiciário no Brasil, que é o STF?

 

Em um momento de baixa na economia do país, estados e municípios, seria muito importante, os poderes zelarem pelo principio da equidade e proporcionalidade.

 

Parauapebas não vive mais o período pujante da implantação dos grandes projetos, apesar de ainda ter umas das mais altas arrecadações do estado e do pais. No entanto sabemos que essa receita é oriunda da mineração, que é uma matriz não sustentável e que poderá trazer problemas principalmente para os servidores públicos no futuro, como assistimos hoje, no estado do Rio de Janeiro.

 

Sabemos que esse não é o maior problema no município, até porque estamos falando de servidores efetivos, mas o caso do nepotismo, também onera de forma gritante Parauapebas.

 

Clique aqui e baixe a PROPOSTA DE EMENDA À LEI ORGÂNICA N° 06/2017

 

 

 

 

 

 

 

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